Uma das primeiras dúvidas de quem considera a telerradiologia é o custo. O preço depende de alguns fatores, e entender os modelos de cobrança ajuda a comparar propostas com clareza.
A telerradiologia costuma ser cobrada de três formas: por laudo (valor unitário por exame laudado), por pacote (volume mensal contratado) ou por plantão/cobertura (valor fixo por período de disponibilidade médica). Cada modelo se adapta melhor a um perfil de instituição.
Clínicas com volume previsível costumam preferir o pacote; prontos-socorros valorizam a cobertura de plantão; e serviços menores tendem ao valor por laudo.
O preço varia conforme a modalidade (uma ressonância exige mais tempo de subespecialista que um raio-x), o volume de exames, a urgência e o SLA exigido, a necessidade de subespecialidades e o nível de integração tecnológica com o seu PACS e RIS.
Serviços que exigem cobertura 24/7 com priorização de urgências têm estrutura mais robusta, o que se reflete no valor — mas ainda assim costuma ser menor que manter equipe presencial 24 horas.
Ao comparar, não olhe só o preço por laudo. Avalie o conjunto: qualificação dos radiologistas, cobertura real, SLA, segurança de dados e tecnologia. Uma proposta mais barata sem cobertura adequada pode custar mais caro em retrabalho e risco.
O ideal é solicitar uma proposta personalizada, baseada no seu volume e nas suas necessidades específicas.
Cobertura 24h, 7 dias por semana, 365 dias no ano.
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